Segundo Livro
Kyle – Velho misterioso que se torna o mentor de Johan
Miguel – Um general dos Imdionach
O segundo livro começa num ambiente cyberpunk, um pouco steampunk. Imagine o cenário de Gumm. Johan trabalha num local onde vendem sucata e ele gosta muito de construir coisas. Ele tem uma paixão secreta por Lina, que trabalha no mercado de comida de sua pequena cidade, mas Lina mal conhece Johan. Ele tem uma vida razoável, mas ele e sua família tem pouco dinheiro. O segundo livro vai contando um pouco da vida dele, do comércio, das atrações do local onde ele vive e o leitor começa a perceber que esse Johan, apesar se se parecer, não é o Johan do primeiro livro, nem Lina, nem os outros personagens. Todos eles tem os nomes dos personagens do primeiro livro, mas é como se fossem as mesmas pessoas recomeçando a história num ambiente diferente. Apenas Miguel não está nessa história. Esse mundo vem recebendo ataques terroristas com frequência e todos tem medo. Então, Johan recebe a visita de um velho que usa um monóculo, um manto vermelho e uma barba branca. O físico dele é bom, bem definido. Imagine o Rayleigh de One Piece (vale a pena jogar no google só pra ter uma idéia do rosto). Esse velho começa a visitar regularmente o Johan e jogar papo fora, mas ele vem com uns papos meio estranhos de dimensões e mundos. Johan se sente estranho com o velho, como se já o conhecesse, mas ao mesmo tempo, tem medo de se envolver mais com ele.
Mas o velho continua a bater papo com Johan e atiça sua curiosidade sobre o trabalho dele. O nome do velho é Kyle e ele é um alquimista e começa a perguntar se Johan se sente perto dele. Quando Johan diz que sim, Kyle diz que é porque ele não está vivendo a sua vida de verdade. Se ele quiser saber a verdade e porque ele está se sentindo desconfortável, para ir com ele e abandonar tudo. Johan pensa bastante e decide abandonar tudo e seguir Kyle. Kyle então, começa a explicar sobre um mito antigo de que os homens a muito tempo atrás foram criados por deus e que se distanciaram dele, passaram por muitos problemas, até que depois de muita desgraça, eles viram a burrice que fizeram e conseguiram se reconciliar. O mundo, após tantos problemas, virou um paraíso e as pessoas eram felizes e viviam para sempre… (imagine uma versão do que a gente aprende na bíblia). Mas existia uma condição. Eles nunca deveriam tomar o papel de deus para eles, tentando criar vida a partir do nada. Só que após milênios, depois de muito avanço e muito aprendizado, os humanos se tornaram arrogantes e decidiram se tornar deuses. Eles iniciaram o processo para criar vida. E quando eles completaram sua criação, a maldição de deus caiu sobre eles. Todos naquele mundo foram destruídos e a vida que foi criada tomou seu lugar.
Nisso, Kyle pega uma nave espacial (sim, a mesma nave que tinha no primeiro livro!) que Johan julga ser familiar e juntos eles fazem uma viagem estelar até a porta do terminal. Kyle então tira um cristal que estava pendurado num colar por debaixo da camisa e abre a porta, onde eles entram. Após entrar, tudo fica meio confuso (tipo uma viagem de dobra do star trek) e pouco após a viagem, eles saem do terminal e voltam para a terra. Quando eles chegam nas coordenadas da terra, eles vêm um planeta destruído (imagine bem aqueles planetas com rombos e tal) e pedaços de naves em sua volta. Kyle e Johan saem com seus trajes espaciais e adentram numa nave igualzinha à de Kyle. Dentro dessa nave, Johan se depara com um corpo dele mesmo, sem vida. Quando ele encosta no corpo, todas as memórias do primeiro livro entram em Johan.
Kyle então explica para ele que o mito é real e que eles são um protótipo de vida criado pelas pessoas “de cima”. Eles são um projeto de vida que ainda está em progresso. Eles estão no que sobrou da quinta versão do mundo e eles vieram da sexta versão (a versão steampunk). Antes desse mundo destruído que eles estão vendo tiveram quatro projetos anteriores que deram errado. Os Imdionachs na verdade, são agentes do sistema de criação de vida. Quando eles detectam alguma anomalia no sistema (leia um bug no código, que trava o programa), eles são acionados para destruir esse código defeituoso. Eles estavam funcionando bem até o quarto mundo, mas alguém se infiltrou e corrompeu os próprios agentes imunológicos daquele projeto e agora está usando os Imdionach para destruir toda e qualquer vida dentro do sistema. Como na história do mito, se o projeto de vida for completado, as pessoas “de cima” deixam de existir e eles, as pessoas “de baixo”, passam a ser as pessoas “de cima”. Porém, isso gerou um ciclo de reboots eternos do mundo. Tecnicamente, este ciclo é eterno, mas alguém quer quebrar o ciclo destruindo toda a vida “de baixo”, dentro do projeto, para então quebrar o ciclo e preservar a vida das pessoas “de cima”.
Kyle então diz que Johan é especial, porque ele adquiriu um poder que ninguém no sistema tem. Ele é a maior anomalia, porque ele tem o poder para lutar contra os Imdionach e preservar o ciclo, salvando a todos deste programa de criação de vida; e também tem o poder de destruir aquele projeto de criação de vida e terminar o ciclo, com o sacrifício de todas as pessoas vivas daqueles mundos “de baixo”.
Johan ainda está muito confuso com toda essa história, então eles voltam pro sexto mundo, mas agora Johan tem as memórias de sua versão do quinto mundo. Tudo é diferente para ele agora. Ele vê Lina novamente e sente uma sensação estranha. Ele ama Lina, mas aquela Lina não é a Lina que ele amou. Isso frustra Johan, mas ao mesmo tempo ele vê como uma pessoa faz falta. Johan não quer morrer. Quando ele lembra do amor que sente por Lina, ele vê que mesmo sendo um projeto sem conlusão, eles já são seres vivos e exterminar toda a vida por causa de um projeto arrogante das “pessoas de cima” é algo que ele acha errado. Então ele volta para conversar com Kyle e diz que ele quer lutar para preservar a vida. Kyle então diz que para isso, eles precisam ir para uma versão mais antiga do mundo, a quarta versão.
Eles voltam para a nave e fazem a viagem. Nisso, Johan pergunta várias coisas a Kyle, como ele também tem um cristal verde, como ele tem a chave do terminal, mas Kyle não explica nada e isso frustra Johan. Quando eles chegam no quarto mundo, se deparam com uma fortaleza flutuante gigante num céu travado no entardecer. Aquele é o quartel general dos Imdionach. Eles tem um plano de infiltração para destruir o líder dos Imdionach e assim preservar a continuação do ciclo, mas ao mesmo tempo. Aqui é narrado uma missão de infiltração estilo Metal Gear Solid até que eles chegam na sala do “rei”, onde Johan descobre que o real vilão é ele mesmo, sua versão do quarto mundo. O Johan do quarto mundo é o lider dos Imdionach e Miguel está ao lado dele. O Johan do quarto (que vamos chamar de King, pra não confundir) mundo está decidido a destruir o ciclo e Miguel, seu melhor amigo, está de pleno acordo, mesmo que para isso, ele tenha que lutar contra o Johan do quinto mundo.
Uma batalha épica então acontece, onde Johan batalha contra Miguel (e Miguel agora tem o poder de um cristal vermelho e a chave que ele tirou do corpo da Lina do quinto mundo, que dá um poder fenomenal) e Kyle batalha contra King. A batalha entre Kyle e King mundo não é narrada no livro. O que acontece é que quando Johan e Miguel estão para dar o ataque final, King grita para eles pararem de batalhar. Miguel e Johan obedecem e King pede a chave de lina para Miguel. Ele destrói o cristal de Miguel e desfaz a linha de comando dos Imdionach. Kyle conseguiu convencer de alguma maneira o King a mudar de idéia, mas isso não é descrito no livro ainda. Johan e Kyle voltam para o sexto mundo, Deixando King e Miguel lá. Quando eles chegam no sexto mundo, Kyle se despede de Johan e diz que ele fez a coisa certa. Johan continnua com sua vida normal, agora sem os ataques terroristas. Parece que o mundo mudou para melhor e agora eles tem paz. Mas Johan ainda sente que algo está errado.
Nisso a história volta pro quarto mundo, onde King diz que não há mais necessidade de parar o ciclo e Miguel se desentende, luta e mata ele, tomando dele o seu cristal de poder e reativando os Imdionach. Agora o mestre dos vírus é Miguel e ele lança um ataque colossal ao sexto mundo, como a batalha que aconteceu no final do primeiro livro. Quando Johan vê os sinais claros dos vírus, ele corre pra casa de Kyle e tenta achá-lo, junto com sua nave, mas não consegue. Então ele se refugia em um local deserto onde passa a construir sua própria nave.
Nisso, Miguel começa uma destruição mundial e uma força de resistência é formada (cujos integrantes são as versões do sexto mundo dos agentes da organização do quinto mundo), mas a resistência não consegue lutar com Miguel e eles vão perdendo várias batalhas. Nisso, Johan consegue construir uma nave, ele consegue escapar das batalhas até chegar na porta do terminal. Agora os mundos estão sendo fundidos, o sexto e o quarto mundos estão se fundindo, então não tem mais espaço, apenas um céu travado no entardecer, onde as batalhas ocorrem. Miguel e Johan lutam, mas no fim, o real objetivo de Johan não era vencer Miguel, mas sim abrir o terminal com seu cristal verde, que ele percebe que também é uma chave do terminal. Assim, ele consegue trazer para a batalha as naves e equipamentos que foram usados na batalha do quinto mundo e apesar de não conseguir transferir as memórias dos agentes do quinto mundo pra suas contra-partas do sexto mundo, ele consegue puxar a ligação que Johan tinha com eles então todos eles o consideram o líder na batalha e assim a batalha se equilibra… Mas o céu começa a rachar e quebrar e bugs começam a acontecer em todo lugar. Johan e Miguel percebem que o sexto mundo foi considerado um erro incorrigível pelo sistema e um sétimo mundo está sendo construído. Para evitar de perder a memória, ambos entram no terminal e o segundo livro acaba aqui.